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Dois anos de Degodim

E completamos mais um aniversário, com muita alegria! Alegria pelos novos contatos que fazemos, pela gratidão dos que aqui vêm buscar informação e pelo tanto de conhecimento que temos acumulado nessa trajetória.

Na semana que se inicia teremos um recesso prolongado e espero que o tempo seja suficiente para inserir novas aprendizagens aqui, todas devidamente registradas mas ainda não formatadas para publicação.

Acrescentamos, à direita, um espaço para mensagens no twitter, o que nos dá um pouco mais de agilidade e atualidade nas postagens, uma ferramenta de seguir o blog para ficar por dentro das novidades e mais abaixo, compartilhamos nossas bookmarks favoritas através da ferramenta delicious.

Abaixo, compartilhamos com vocês alguns dos mapas do Google Analytics referentes a estes dois anos.

Por fim, reiteramos nossos agradecimentos aos que nos apoiam desde sempre, divulgando, recomendando, sugerindo, criticando. Um caloroso e fraterno abraço a cada um de vocês.

Semana de Ciência e Tecnologia

Foi bastante animada a reunião com os familiares de nossos alunos sobre nossa participação na I Feira de Ciências de Ipatinga, promovida pelo Parque da Ciência, dentro da programação da Semana Nacional de Ciência e Tecnologia.

Vários deles se dispuseram a participar de variadas formas e nesta semana definiremos sub-comissões de trabalho.

Se você não pôde ir, assista o vídeo abaixo, que apresenta a proposta.

E se quiser participar, pelo menos virtualmente, já temos uma comunidade criada para tal:
Cientistas de Depois de Amanhã.


Pensando alto...

Uma frase tem circulado na Internet – pelo que soube depois – mas só tomei conhecimento dela pelo e-mail do professor Andras Voros, da comunidade Rádio CEV:
"Todo mundo pensando em deixar um planeta melhor para nossos filhos... Quando é que pensarão em deixar filhos melhores para o nosso planeta?"


Será que alguém imagina ser possível deixar um planeta melhor para nossos filhos sem antes deixar filhos melhores para o planeta?

Cocoricó e a nova gripe

A turma do Cocoricó não descansa mesmo. O longa-metragem já está em cartaz e o site tem brincadeiras interessantes e um vídeo legal sobre a Gripe A. Vale dar uma espiadinha.

Uma pirueta, duas piruetas: uma seqüência para crianças pequenas

O circo foi o tema escolhido para trabalhar a diversidade motora de crianças de três centros de educação infantil da capital paulista. É muito interessante o relato de Ana Lúcia Antunes Bresciane, formadora do Instituto Avisa Lá e professora de apoio em três centros de Educação Infantil.

Um desabafo coletivo...

Em muitas escolas, os demais professores possuem uma visão utilitarista do professor de Educação Física: aquele que utiliza o seu tempo de trabalho e o tempo pedagógico com as demandas dos demais – sejam danças, eventos, apresentações, competições etc – pelo simples fato de que tais tarefas não são muito apreciadas pelos que as solicitam e não porque estejam inseridas num projeto interdisciplinar.

Na medida em que o lado perverso do fazer político adentrou a vida escolar, na triste acepção do “pão e circo” sustentada por um “pseudo marketing”, as atividades voltadas aos pais e a comunidade – nestas escolas – se tornaram superproduções para impressionar a estes e ainda as autoridades do sistema educacional. Nessa ótica, o professor de Educação Física cooperativo é aquele que realiza as exibições glamorosas que lhe são encomendadas, para tal escolhendo alunos a dedo e ensaiando-os durante as aulas enquanto os demais alunos – a maioria – se ocupam em uma “aula livre”. Aquele que discorda de exibições que comprometem o seu projeto pedagógico é discriminado, tachado de intolerante e outros adjetivos mais.

Creio que a falta de encontros pedagógicos entre os professores de Educação Física e os das demais áreas prejudica a apropriação destes dos objetivos de nossa área e das estratégias a serem adotadas para atingi-los. Sem conhecer nossas intenções, é possível que aquilo que o professor vê sendo executado com os alunos no pátio lhe pareça sem sentido e descartável. Daí não compreender nossa relutância em abdicar de nosso projeto de trabalho.

Esclarecendo...

Este ano, a Prefeitura de Ipatinga, num retrocesso educacional sem precedentes, reduziu os módulos de aula para 50 minutos e provocou uma grande confusão ao estender tal mudança à Educação Infantil. Em função disso, precisei de alguns meses para me adaptar à nova realidade: turmas com aulas geminadas, outras separadas, ou aulas coincidindo com o tempo de entrada, merenda e saída.

Não tem sido fácil, mas o modo como organizo as aulas se mostrou versátil e ajustável a diferentes realidades. Só não pude superar a falta de tempo: no ano passado, eu contava com quatro horas de planejamento para sete turmas e agora são apenas seis horas para acompanhar o desenvolvimento de 14 turmas. Continuo registrando tudo, mas tem sobrado pouco tempo para escrever, organizar o acervo de imagens e compartilhar aqui com vocês.

Pelo menos, há uma promessa de retorno à situação anterior, no próximo ano letivo. Enquanto isso, vamos nos esforçando para fazer o melhor.

13th WC IASI

Não foi possível ir ao 13º Congresso da IASI, em Camberra. Mas o trabalho foi apresentado lá através do vídeo abaixo.

Biblioteca

  • ALMEIDA, P. N. Educação Lúdica. 5ª ed. São Paulo: Loyola, 1987.
  • ALVAREZ, J. M. Avaliar para conhecer, examinar para excluir. Porto Alegre: Artmed, 2002.
  • ALVES, R. A escola que sempre sonhei sem imaginar que pudesse existir. Campinas, São Paulo: Papirus, 2001.
  • ALVES, R. Conversas Com Quem Gosta de Ensinar. 26ª ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1991.
  • ALVES, R. Estórias de Quem Gosta de Ensinar. 15ª ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1991.
  • ALVES, R. Filosofia da ciência. Introdução ao jogo e suas regras. São Paulo: Brasiliense, 1981.
  • BARBOSA, M. C. S. Por amor e por força: rotinas na educação infantil. Porto Alegre: Artmed, 2006.
  • BEZIERS, M. M.; PIRET, S. A coordenação motora. Aspecto mecânico da organização psicomotora do homem. São Paulo: Summus, 1992.
  • BOSSENMEYER, M. Guia para o desenvolvimento da percepção motora. São Paulo: Manole, 1989.
  • BRACHT V. Educação Física e Aprendizagem Social. Porto Alegre: Magister, 1992.
  • BRASIL. Ministério da Educação e do Desporto. Secretaria de Educação Fundamental. Referencial curricular nacional para a educação infantil. Brasília: MEC/SEF, 1998. 3v.: il.
  • BRAZELTON, T. B.; SPARROW, J. D. Três a seis anos: momentos decisivos do desenvolvimento infantil. Porto Alegre: ARTMED, 2003.
  • BUHLER, C.; HETZER, H. O desenvolvimento da criança do primeiro ao sexto ano de vida. São Paulo: EPU, 1979.
  • CAPON, J. J. Desenvolvimento da percepção Motora: atividades com pneus e pára-quedas. São Paulo: Manole, 1991.
  • CAPON, J. J. Desenvolvimento da percepção Motora: atividades com saquinho de feijão e bastão de ritmo. São Paulo: Manole, 1991.
  • CAPON, J. Planos de aula para atividades perceptivo-motoras. 7. ed. São Paulo: Manole, 1989.
  • CARRAHER T. N. Aprender Pensando. 3ª ed. Petrópolis: Vozes, 1988.
  • CASTELLANI FILHO, L. Educação Física no Brasil: a história que não se conta. 2ª ed. Campinas: Papirus, 1991.
  • COLETIVO DE AUTORES. Metodologia do Ensino da Educação Física. São Paulo: Cortez, 1992.
  • CUNHA, N. H. S. Brinquedo: linguagem e alfabetização. Petrópolis: Vozes, 2004.
  • CUNHA, N. H. S. Brinquedos: desafios e descobertas. Petrópolis: Vozes, 2005.
  • CUNHA, N. H. S. Criar para brincar: a sucata como recurso pedagógico. São Paulo: Aquariana, 2005.
  • DEMO, P. Pesquisa participante: saber pensar e intervir juntos. Brasília: Liber Livro Editora, 2004.
  • DIETRICH, K. et alli. Os Grandes Jogos: metodologia e prática. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1984.
  • FONSECA, V. Psicomotricidade. São Paulo: Martins Fontes, 1983.
  • FREIRE, J. B. Educação de Corpo Inteiro. São Paulo: Scipione, 1989.
  • FREIRE, P. e FAUNDEZ, A. Por Uma Pedagogia da Pergunta. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1985.
  • FREIRE, P. Educação como Prática da Liberdade. 7ª ed. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1977.
  • FREIRE, P. Pedagogia da autonomia: saberes necessários à prática educativa. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
  • FREITAS, F. M. de C. A Miséria da Educação Física. Campinas: Papirus, 1991.
  • GALLAHUE, D. L.; OZMUN, J. C. Compreendendo o desenvolvimento motor. 3. ed. São Paulo: Phorte, 2005.
  • GAYARSA, J. Â. O que é Corpo. São Paulo: Círculo do Livro, 1989.
  • GHIRALDELLI Jr, P. Educação Física Progressista. 2ª ed. São Paulo: Loyola, 1989.
  • GRUPO DE TRABALHO PEDAGÓGICO UFPe/UFSM. Visão Didática da Educação Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1991.
  • HARPER, B. et alii. Cuidado, Escola! Desigualdade, domesticação e algumas saídas. 16ª ed. São Paulo: Brasiliense, 1984.
  • HERNÁNDEZ, F. e VENTURA, M. A Organização do Currículo por Projetos de Trabalho. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed, 1998.
  • HERNÁNDEZ, F. Transgressão e Mudança na Educação. Porto Alegre: Artmed, 1998.
  • HILDEBRANDT, R. e LAGING, R. Concepções Abertas no Ensino de Educação Física. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1986.
  • HOFFMANN, J. Avaliação mito e desafio: uma perspectiva construtivista. Porto Alegre: Mediação, 1993.
  • HOFFMANN, J. Avaliação na pré-escola: um olhar sensível e reflexivo sobre a criança. 12ª ed. Porto Alegre: Mediação, 2003.
  • KRAMER, S. Com a pré-escola nas mãos: uma alternativa curricular para a Educação Infantil. São Paulo: Ática, 1989.
  • LISTELLO, A. Educação pelas Atividades Físicas, Esportivas e de Lazer. São Paulo: EPU/EDUSP, 1979.
  • LUCKESI, C. C. Sobre a diferença entre examinar e avaliar. ABCEducatio - Criarp, São Paulo, v.3, n. 15.
  • MEDINA, J. P. S. A Educação Física cuida do corpo e mente. 8ª ed. Campinas: Papirus, 1989.
  • MORIN, E. Os sete saberes necessários à educação do futuro. 11ª ed. São Paulo: Cortez; Brasília, DF: Unesco, 2006.
  • OLIVEIRA, B. A. e DUARTE, N. Socialização do Saber Escolar. 5ª ed. São Paulo: Cortez/Autores Associados, 1990.
  • OLIVEIRA, J. G. Mariz de. Educação Física e o Ensino de 1º Grau: uma abordagem crítica. São Paulo: EPU/EDUSP, 1988.
  • OLIVEIRA, V. M. Educação Física Humanista. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1985.
  • ORLICK, T. Vencendo a Competição. São Paulo: Círculo do Livro, 1988.
  • PERNIGOTTI, J. M. et al. O portifólio pode muito mais do que uma prova. Pátio Revista Pedagógica. Porto alegre, v. 3, n. 12, fev./abr. 2000, p. 54-56.
  • PERRENOUD, P. Avaliação: da excelência à regulação das aprendizagens. Entre duas lógicas. Porto Alegre: Artmed, 1999.
  • PERRENOUD, P. Construir as competências desde a escola. Porto Alegre, Artmed, 1999.
  • PERRENOUD, P. Ensinar: agir na urgência, decidir na incerteza. 2ª ed. Porto Alegre: Artmed, 2001.
  • POSITIVO (Aprende Brasil). Orientações Metodológicas: Educação física: Educação Infantil. Claudia Gaertner Boz... [et al.]. Curitiba: Posigraf, 2006.
  • RODRIGUES, N. Por uma Nova Escola. São Paulo: Cortez/ Autores Associados, 1985.
  • ROSA NETO, F. Manual de avaliação motora. Porto Alegre: Artmed, 2002.
  • ROSSETTI-FERREIRA, M. C. et alli. Os fazeres na educação infantil. 8ª ed. São Paulo: Cortez, 2006.
  • SANTIN, S. Educação Física: outros caminhos. 2ª ed. Porto Alegre: EST/ESEF, 1993.
  • SANTIN, S. Educação Física: uma abordagem filosófica da corporeidade. Ijuí: Unijuí, 1987.
  • SAVIANI, D. A Nova Lei da Educação: trajetória, limites e perspectivas. Campinas: Autores Associados, 1997.
  • SOARES, C. L. Educação Física: raízes européias e Brasil. Campinas: Autores Associados, 1994.
  • SOARES, C. L. et alli. A Educação Física Escolar na Perspectiva do Século XXI. São Paulo: Papirus, 1992.
  • TANI, Go et alli. Educação Física Escolar: fundamentos de uma abordagem desenvolvimentista. São Paulo: EPU/Edusp, 1988.
  • THIOLLENT, M. Metodologia da pesquisa-ação. 16 ed.São Paulo: Cortez, 2008.
  • VASCONCELLOS, C. Avaliação: concepção dialética libertadora do processo de avaliação escolar. São Paulo: Cadernos Pedagógicos, Libertad, 3.
  • ZABALZA, M. A. Diários de aula: um instrumento de pesquisa e desenvolvimento profissional. Porto Alegre: Artmed, 2004.
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